Vigilantes do MS comunicam empresas e autoridades sobre a greve aprovada com início em 01/02

Para dar legalidade à greve aprovada pelos vigilantes de Mato Grosso do Sul que compreende os sindicatos de Campo Grande, Dourados e Naviraí e suas bases de atuação, na noite do último dia 25, sexta-feira, os presidentes destas entidades, Celso Adriano Gomes da Rocha (Seesvig), Antônio Goes Ferreira (Seesvda) e Adilson Rodrigues da Silva (SVNR), estiveram nesta segunda-feira, 28, protocolando ofício no sindicato patronal; no Ministério do Trabalho e Emprego; no Ministério Público Estadual e Polícia Federal, dando ciência da decisão dos vigilantes que iniciam no dia 01 de fevereiro uma greve por tempo indeterminado pelo cumprimento da Lei 12.740, estabelecendo 30% de adicional pelo risco de vida. Apesar de ter sido sancionado pela presidente da República, no final do ano passado, as empresas se recusam a cumprir a lei.

Depois de ter publicado o edital de greve no sábado, dia 26, os presidentes se reuniram nesta segunda-feira, na sede do Seesvig e tomaram todas as providências para dar ciência às empresas que atuam no segmento de segurança privada no Estado, bem como organizar os mecanismos legais e estruturais para comportar uma greve por tempo indeterminado. Durante todo o dia, documentos foram produzidos e enviados para os organismos que cuidam e normatizam o serviço de segurança privada no Mato Grosso do Sul, para que a greve seja amparada pela lei de greve dos trabalhadores.

Os diretores do Seesvig (Campo Grande), Seesvda (Dourados) SVNR (Naviraí), assinaram todos os documentos conjuntamente e esperam agora, o prazo de 72 horas legais para iniciar a greve no Estado, que coincidirá com a paralisação nacional dos Vigilantes de todo o país no dia 1º de fevereiro de advertência. O objetivo da categoria é forçar as empresas do setor a pagarem o novo adicional de periculosidade, sancionada e publicada no Diário Oficial da União ampliando o benefício para os vigilantes. A paralisação está sendo coordenada pela Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços (CNTV-PS), que em todo o país representa cerca de 850 mil trabalhadores.

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