Seesvig-MS defende vigilante da Repressão

O Seesvig-MS tentou, nesta semana, ser recebido pela direção da Empresa de Segurança Repressão, visando resolver o grave problema de saúde pela qual vem passando um de seus funcionários, o vigilante patrimonial João Joaquim, que apesar de atuar por mais de quatro anos na empresa, está abandonado e desassistido em seus direitos.

João Joaquim vem se tratando de uma grave enfermidade que precisa se submeter ao doloroso processo da “hemodiálise” para se recuperar. Apesar deste cenário desconfortável fisicamente, o trabalhador está sem receber suas remunerações de dezembro, bem como o seu 13º salário, condição que piora sensivelmente sua situação enquanto trabalhador da Repressão.

Por se tratar de uma situação atípica, o sindicato, sob a presidência de Celso Adriano Gomes da Rocha, acompanhado de alguns diretores e advogada Barbara Helen Grassi buscou interceder pelo trabalhador junto à empresa, na tentativa de sensibilizar a direção para que olhasse com mais carinho a situação deste trabalhador. Mas para surpresa do sindicato e do trabalhador, a direção da Repressão recusou-se a receber a comissão e desta forma, de resolver a delicada situação do seu vigilante.

Diante do descaso da direção patronal, não restou alternativa ao sindicato do que buscar na Justiça um atendimento respeitoso e digno ao vigilante da Repressão, ampliando desta forma, a quantidade de ações que o Seesvig-MS move contra ela no Judiciário, muitas delas de descumprimento da CCT/Legislação Trabalhista, evidenciando tratar-se de uma empresa que não cumpre com suas obrigações legais para atuar no setor da segurança privada em Mato Grosso do Sul.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *