Calendário do saque do auxílio emergencial: Caixa coloca vigilantes para organizar filas

Nesta semana, o saque do auxílio emergencial de R$ 600 — oferecido pelo governofederal por conta da pandemia do novo coronavírus — pode ser feito pelos nascidos em maio e junho, que já receberam o crédito na poupança social digital aberta pela Caixa Econômica Federal. O dinheiro está disponível em caixas eletrônicos, casas lotéricas e correspondentes bancários Caixa Aqui. O banco informou colocado mais vigilantes e recepcionistas nas unidades para organizar o atendimento.

Quem aniversaria em julho e agosto será contemplado nesta quinta-feira (dia 30 de abril). Os que comemoram em setembro e outubro poderão fazer a retirada na próxima segunda-feira (dia 4 de maio). Já os que fazem aniversário em novembro e dezembro poderão fazer o saque na terça-feira (dia 5 de maio).

Para ter o dinheiro em mãos, é preciso atualizar o aplicativo Caixa Tem, fazer o login, selecionar a opção “Saque sem cartão” e informar o valor a ser retirado. O app vai gerar um código autorizador para a retirada, com validade de apenas duas horas.

O que diz a Caixa

Em nota, a Caixa afirma que “visando a otimizar o atendimento e a organização das filas, alocou 2.800 novos vigilantes e aumentou o número de recepcionistas para reforçar a orientação ao público”. O banco informou ainda que abrirá 800 agências no próximo sábado, dia 2 de maio, em todas as regiões do país, das 8h ao meio-dia, mas apenas para serviços essenciais (como saque do seguro-desemprego, retirada do Bolsa Família sem cartão, desbloqueio de senhas etc.). Não haverá pagamento de auxílio emergencial no guichê de caixa.

A instituição lembrou que a prioridade ainda é manter o atendimento digital, por meio do cadastramento por aplicativo e site, e a movimentação do benefício pelo Caixa Tem. “Desta forma, o banco reforça o pedido para que a população só se dirija às agências e casas lotéricas em último caso”, concluiu.

Sem direito à retirada

Na terça-feira, um levantamento da Caixa Econômica Federal apontou que apenas uma cada cinco pessoas que buscaram as agências presencialmente no dia anterior tinha direito, naquela data, ao saque do auxílio emergencial. Desinformação e erros nos sistemas digitais são alguns dos motivos que levam esses cidadãos a irem para as ruas, mesmo sabendo do risco de contágio pelo coronavírus.

Segundo o banco, as filas enormes são formadas, em grande maioria, por pessoas que não fazem parte do público-alvo do atendimento presencial, ou seja, não são clientes em busca de serviços essenciais (como saque do seguro-desemprego, retirada do Bolsa Família sem cartão, desbloqueio de senhas etc.). A maior parte dos que se aglomeraram nas agências também não tem saque em espécie previsto no dia, de acordo com o aniversário.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *