PAULO GUEDES QUER APROVAR CPMF E DIMINUIR FGTS DOS TRABALHADORES

O ministro da Economia, Paulo Guedes, vem cumprindo a agenda imposta pelo governo de diminuir os direitos dos trabalhadores. Na tentativa de aprovar novamente a CPMF e diminuir a resistência no Congresso Nacional, Guedes novamente coloca na conta do trabalhador a obrigação de salvar o país retirando/reduzindo direitos trabalhistas históricos e conquistados ao longo dos anos.

A ideia é reduzir o FGTS de 8% para 6% do valor dos salários que é depositado pelas empresas nas contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e corte permanente da metade dos encargos que pagam ao Sistema S. Além disso, a contribuição das empresas ao INSS do trabalhador que ganha até um salário mínimo (hoje, R$ 1.045) será isenta para o patrão, ao custo de R$ 25 bilhões por ano para os cofres da União.

O FGTS foi criado para garantir o mínimo de subsistência ao trabalhador demitido sem justa causa. Isso porque até 1966 TODO trabalhador tinha estabilidade no emprego, e em caso de demissão, era necessário um mês de salário para cada ano trabalhado como forma de indenização. A criação do FGTS veio para garantir o mínimo para o trabalhador, quando o governo da época acabou com a estabilidade do trabalhador.

O Governo vem mostrando que não tem interesse em fazer uma reforma tributária séria e necessária, tem apenas a intenção de retirar direitos e aumentar benefícios dos empresários, garantindo maior riqueza para os ‘nobres’ e esmola para a classe operária.

Seguimos combatendo os ataques constantes perpetrados pelo Governo, que demonstra total desprezo aos trabalhadores, com retirada constante de direitos dos trabalhadores. Seguimos tentando conscientizar os trabalhadores que cabe ao governo recuperar a economia, pois é isso que faz gerar emprego e não a retirada de direitos. Menos direitos não gera emprego e nem estabilidade, o que gera emprego e estabilidade é uma economia forte e justa socialmente.

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