{"id":63,"date":"2022-05-19T20:53:24","date_gmt":"2022-05-19T20:53:24","guid":{"rendered":"http:\/\/seesvig.org.br\/?p=63"},"modified":"2022-05-19T20:53:25","modified_gmt":"2022-05-19T20:53:25","slug":"projeto-de-lei-reconhece-o-trabalho-de-vigilantes-como-atividade-perigosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/seesvig.org.br\/?p=63","title":{"rendered":"Projeto de lei reconhece o trabalho de vigilantes como atividade perigosa"},"content":{"rendered":"\n<p>Tramita nas Comiss\u00f5es Tem\u00e1ticas da Casa o&nbsp;<a href=\"https:\/\/sapl.al.al.leg.br\/materia\/8304\">projeto de lei n\u00ba 915\/2022<\/a>, que disp\u00f5e sobre o reconhecimento do risco inerente \u00e0 atividade de vigilante de empresas de seguran\u00e7a privada e de transporte de valores no Estado de Alagoas. De autoria do deputado Cabo Bebeto (PL), a proposta tem por objetivo reconhecer o risco da atividade profissional exercida por vigilantes que tenham v\u00ednculo empregat\u00edcio com empresas de seguran\u00e7a privada, em conformidade com o que preceitua a lei federal n\u00ba 12.740\/2012, que alterou o artigo 193 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT), passando a considerar a profiss\u00e3o como uma atividade perigosa, uma vez que esses trabalhadores est\u00e3o expostos a risco acentuado e permanente a roubos e outras esp\u00e9cies de viol\u00eancia f\u00edsica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao justificar a proposta, o deputado Cabo Bebeto observa que os vigilantes s\u00e3o profissionais capacitados em curso de forma\u00e7\u00e3o e submetidos \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica a cada dois anos, e que a atividade por eles desempenhada \u00e9 regulamentada pela lei n\u00ba 7.102\/1983 e pela Pol\u00edcia Federal, por interm\u00e9dio da portaria 3.233\/2012, que estabelece os requisitos, direitos e deveres para o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o. Al\u00e9m disso, prossegue o parlamentar, a Lei do Estatuto do Desarmamento inclui as empresas de seguran\u00e7a privada entre as que det\u00eam a prerrogativa do porte de arma de fogo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNo entanto, nos termos em que se encontra a legisla\u00e7\u00e3o vigente, os vigilantes n\u00e3o disp\u00f5em desta prerrogativa quando est\u00e3o fora do servi\u00e7o, o que n\u00e3o os faz menos alvo dos delinquentes que infestam o nosso Pa\u00eds, raz\u00e3o pela qual o reconhecimento do risco dessa atividade \u00e9 importante e necess\u00e1ria\u201d, justifica Bebeto, destacando a falta de retaguarda jur\u00eddica para defender a vida desses profissionais. \u201cDiversas s\u00e3o as not\u00edcias de crimes praticados contra esses profissionais, a exemplo de les\u00f5es corporais e homic\u00eddios\u201d, observa o parlamentar, citando mat\u00e9ria jornal\u00edstica veiculada pelo site G1, na qual aponta que entre os anos de 2016 e 2018, treze vigilantes morreram e 80 ficaram feridos em ataques a carros-fortes e bases.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tramita nas Comiss\u00f5es Tem\u00e1ticas da Casa o&nbsp;projeto de lei n\u00ba 915\/2022, que disp\u00f5e sobre o reconhecimento do risco inerente \u00e0 atividade de vigilante de empresas de seguran\u00e7a privada e de transporte de valores no Estado de Alagoas. 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