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2ª rodada de negociações do ACT 2026 no MS marcada por tentativa patronal de precarizar serviço

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A luta não para e a resistência segue firme! Nesta quarta-feira, dia 25, aconteceu mais uma rodada de negociação salarial entre o sindicato patronal e os sindicatos laborais de Campo Grande (SEESVIG-MS), Dourados (SEESVDA-MS) e Naviraí (SVNR), com o objetivo de construir a Campanha Salarial e a Convenção Coletiva de Trabalho 2026. O foco da categoria é claro: reajuste salarial digno, valorização profissional e garantia dos direitos conquistados com muita luta.

Diferente da reunião do dia 24, que tratou dos vigilantes patrimoniais e de eventos, o encontro desta quarta-feira teve como pauta os vigilantes do transporte de valores — trabalhadores que enfrentam diariamente risco extremo, pressão psicológica e jornadas exaustivas para proteger vidas e patrimônios. Mais uma vez, ficou evidente que sem organização sindical não há defesa possível contra a sanha patronal.

Como já é de costume, nas rodadas iniciais os patrões vieram com a velha cartilha: tentativas descaradas de retirada de direitos, projetos ultrapassados e propostas que representam retrocesso social e precarização do trabalho. Do outro lado da mesa, os sindicatos laborais foram firmes: direitos não se negociam, não se reduzem e não se entregam. O que está em debate é a valorização real do vigilante, uma categoria essencial e historicamente explorada.

Demonstrando firmeza e compromisso com a base, o presidente do SEESVIG-MS, Celso Adriano Gomes da Rocha, rejeitou imediatamente qualquer proposta que significasse perdas para a categoria no Mato Grosso do Sul. A mensagem foi direta: a categoria está unida e não aceitará prejuízos salariais nem ataques aos direitos diante de uma atividade cada vez mais perigosa e desgastante.

Sem conseguir impor suas “maldades” logo no início das negociações, os representantes patronais recuaram momentaneamente, anunciando que irão “reavaliar” suas posições para a próxima rodada, que acontecerá nos dias 04 e 05 de março. Já do lado dos trabalhadores, a postura combativa dos presidentes Celso Adriano (Campo Grande), Antônio Góes (Dourados) e Everaldo Rodrigues (Naviraí) deixou claro que esta campanha salarial será dura e exigirá mobilização, unidade e consciência de classe.

O recado está dado: nenhum direito a menos, valorização já e respeito ao vigilante. Só com a união de toda a categoria da segurança privada será possível manter e avançar nas conquistas no Mato Grosso do Sul. A luta continua — e não recuaremos!

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